Sejam Bem Vindos
sexta-feira, 19 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Verde e Azul Petróleo





quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Para dar um pouco de risada...
segunda-feira, 4 de maio de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Precisa-se urgente de personalidade!!!

Mais uma vez as novelas da globo inflenciam a moda brasileira. Bastou uma atriz bonita usar um tipo de roupa, para todo mundo correr comprar igual!!!
Atualmente estamos vendo alastrar nas prateleiras, principalmente dos mercados populares, todo tipo de vestimentas indianas. Não que elas não sejam bonitas, cada região-culura-etnia tem suas características e são muito respeitadas por mim, porém, para que copiarmos dos outros???
Não cabe no contexto das cidades brasileiras e da moda que vestimos hoje um saree-sari...Aí vocês podem me perguntar: Mas a moda de hoje não teve influência de outros lugares?? Sim, mas estas foram misturadas para surigr o que temos hoje, igual a nossa população, que também é uma mistura de raças e culturas. Agora vestir uma roupa indiana só porque tá na moda, influênciada por uma novela, aí já é mais complicado...
Bom, esta divagação é só para abrir os olhos de vocês, para que a massa não seja dominada com tanta facilidade...Agora se você gostou do estilo (sem influência dos modelitos da Juliana Paes), então não há mal nenhum em usar o que gosta!!! Mas tenha personalidade!!!!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Beijinho doce remix???
As novelas brasileiras, principalmente da Globo, tem o poder de incutir no pensamento da massa populacional muitas coisas, como estilo de roupa, bijouterias, comportamento, etc. Cada novela que é lançada na televisão, é uma nova moda que vemos nas ruas.Na novela A Favorita, que é atualmente uma das tramas mais vistas, foi relançada a música "Beijinho Doce" (Nhô Pai e José Almeida Filho) para ser tema da dupla Faísca e Espoleta, das protagonistas Patriícia Pillar e Cláudia Raia. Esta música obteve uma repercussão muito grande, pois, inserida na trama da novela, está sendo utilizada como âncora para as cenas de suspense dos ultimos capítulos.
Passeando pela internet, pude constatar a volta da fama desta música pelos sites e principalmente no You tube. Mas uma coisa me intrigou: um remix de Beijinho Doce. Toda vez que uma música com ritmo diferenciado da batida tecno é ouvida, fazem sempre uma versão remix dela. Porque?
À noite, assisti ao Fantático e vi uma matéria sobre como o cérebro processa as músicas e o nosso gosto por elas. E uma coisa me deixou impressionada: quanto mais ouvimos um tipo de música, mais gostamos dele. Por isso é interessante que conheçamos vários estilos musicais. Para que o nosso cérebro possa ter uma gama completa de ritmos para conseguir definir qual padrão musical é preferível.
Pois bem, se todas as músicas que escutamos atualmente (digo isso de uma maneira geral) possui o ritmo tecno e aquelas que não são tornam-se (remix), como que nosso cerebro vai adquirir experiência de padrões musicais para distinguir oque gosta ou não??
sábado, 3 de janeiro de 2009
O carro do futuro
Sempre penso em como será o carro do futuro...Mas na verdade, esse dia já deveria ter chegado.Todos os lançamentos de carros possuem uma mudança muito superficial, pequena em relação aos avanços de outras tecnologias. E qual o problema?
Será uma falta de capacidade dos criadores?
Uma dificuldade em encontrar novas tecnologias??
Uma aversão à mudanças?
Acho que não...O que eu realmente penso é que existem muitas forças internas e políticas envolvidas para que o carro não chegue ao desenvolvimento esperado. Se não existissem mais rodas, como os fabricantes iriam sobreviver?? Se os combustíveis fossem trocados por sistemas ecologicamente corretos, como ficaria a política econômica destes líquidos valiosos? Estes são alguns dos exemplos de vários que podemos pensar para que esta industria fique atravancada. Muitos carros conceitos já foram criados, mas infelizmente não saem dos salões de automóveis e das universidades. E para nós, resta ficar sonhando com o carro do futuro...
sábado, 20 de setembro de 2008
21 de Setembro - Dia da Árvore
Ao retirar seu pedaço no rolo de papel higiênico, o cidadão entra em conflito. Uma boa idéia de conscientização.

sexta-feira, 4 de abril de 2008
10 Dicas de Criatividade
10 Dicas de Criatividade
1. Combine Elementos
2. Que tal substituir?
3. Exageeeeeeere
4. Ou então reduza
5. Inverta a seqüência
6. Mude seu ponto de vista
7. Descubra novos usos
8. Inverta o rumo
9. Ouse adaptar
10. Não faça nada
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
É bom sempre lembrar...
Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas,segurando uma nota de R$100,00.
Ele perguntou: “Quem de vocês quer esta nota de R$100,00” ? Todos ergueram a mão...
Então ele disse: "Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas, primeiro,deixem-me fazer isto..."
Então,ele amassou totalmente a nota.
E perguntou outra vez: "Quem ainda quer esta nota?” As mãos, continuavam erguidas...
E continuou: "E se eu fizer isso..." Deixou a nota cair ao chão, começou a pisá-la e esfregá-la.
Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: "E agora?...
“Quem ainda vai querer esta nota de R$100,00”?
Todas as mãos voltaram a se erguer.
O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte:
"Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor.
Esta situação também acontece conosco... Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos nos sentindo sem importância.
Mas, não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa !...
Nada disso altera a importância que temos!... O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas, pelo que fizemos e sabemos”!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
100 anos do Arquiteto Oscar Niemeyer

FONTE: bp0.blogger.com/.../
Não posso deixar de parabenizar Oscar Niemeyer...O arquiteto fez agora, no mês de Dezembro, 100 anos. Será que um brasileiro para ser homenageado “vivo“ precisa viver tanto?? Aqui no Brasil temos o infeliz costume de homenagear as pessoas depois que elas morrem... Pelo menos Oscar Niemeyer resistiu ao tempo para receber todas às homenagens que lhe eram cabíveis...Se ele ficou famoso por suas obras em concreto, pelos cálculos incríveis de vãos (que lembrem-se, não era ele que fazia), pela plasticidade de seus projetos ou por ser um homem bem relacionado e político...O que vale dizer aqui é que ele também fez obras de se “tirar o chapéu”...Abaixo algumas delas:
Catedral de Brasília (1958)
FONTE: http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0116/neusa/foto6.jpg

Igreja São Francisco de Assis (1940) - Conjunto da Pampulha, Belo Horizonte.
FONTE: viajeaqui.abril.com.br/imagem/.../pampulha_bh_ronaldo_guimaraes.jpg
Palácio da Alvorada (1957), Brasília.
FONTE: http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/07340218.jpg

MAC, Niterói.
FONTE: http://www.nitvista.com/galeria/mm_mac.jpg

Teatro Popular, Niterói.
FONTE: http://projetosocial.infoage.com.br/blogs/moni/files/2007/06/ft14.jpg

Igrejinha (entrequadra sul), Brasília.
FONTE: http://archiguide.free.fr/PH/BRE/Bra/BrasiliaIgrejinhaNi.jpg
Mas temos que ficar atentos. Nem todos os desenhos que ele faz transformam-se em arte. Na minha opinião, Oscar Niemeyer é um excelente escultor e artista plástico...Mas não só disso faz-se uma arquitetura. A arquitetura precisa ser funcional, prever a qualidade do espaço em relação ao usuário através do conforto ambiental, remeter não só a característica do arquiteto, mas do local onde a obra está inserida.
Não posso dizer que suas obras não são belas, apesar da falta de criatividade em alguns de seus projetos, que são quase idênticos (sem falar dos problemas funcionais e de conforto)...
Sede da Mondadori (1968), Milão, Itália
FONTES: http://www.dw-world.de/image/0,,800786_1,00.jpg
http://veja.abril.uol.com.br/vejarj/310107/imagens/arte7.jpg
Sede do Itamaraty (1962), Brasília.
FONTES: http://www.terra.com.br/istoegente/218/fotos/oscar_niemeyer_03.jpg
COBERTURA EM FORMATO DE AVE – OS TEATROS:
Teatro Municipal, Araras -São Paulo.
FONTE: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/fotos/57/teatroararas.jpg
Centro Cultural Duque de Caxias – Teatro Raul Cortez, Rio de Janeiro.
(*) Não consegui uma foto que mostrasse a lateral do prédio, mas acreditem...A cobertura tem um formato de asa de ave, só que sem a cabeça!!
FONTE: http://www.memoriabravobrasil.com.br/.../Duque%20de%20Caxias-Teatro%20Raul%20CortezGR.jpg
E OS ANFITEATROS E MUSEUS EM FORMATO DE SEMI CÍRCULO?
Oca – Parque do Ibirapuera, São Paulo.
FONTE: http://www.novomilenio.inf.br/real/rpimagem/ed132o4.jpg

Museu Nacional Honestino Guimarães, Brasília
FONTE: PROJETODESIGN, Edição 326 Abril de 2007

Centro Cultural – Teatro, Goiânia.
FONTE: PROJETODESIGN, Edição 326 Abril de 2007
Bom, acho que nessa breve postagem foram resumidas algumas características positivas e negativas do arquiteto. Agora é com vocês...Pensem o que quiserem e publiquem seus comentários!!! Abraços.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Eu também vou sonhar...
Para além das casas e ruas, é nos labirintos urbanos que a humanidade acontece, com sua poesia e sentimento. É um imenso espelho em que podemos ver nosso rosto multiplicado muitas vezes.
Há um trecho comovente no livro Vôo Noturno, de Antoine de Saint-Exupéry. Voando sozinho na noite escura, quando todos os contornos da Terra haviam desaparecido, ele via pequenas luzes na escuridão. Mas ele não via luzes. O que ele via eram casas, pessoas assentadas à beira do fogo, aquecendo-se, comendo, bebendo, conversando, amando. Aquelas pequenas luzes faziam com que a escuridão ficasse macia, ninho acolhedor. Muitas pessoas sabem que o labirinto urbano está cheio de ninhos humanos.
Quem me explicou foi o Gilberto Dimenstein, meu amigo. Falando sobre São Paulo a música da sua voz se alterou, ficou carinhosa. “A poesia dessa cidade não está na paisagem geográfica, mas na paisagem humana. Vivemos aqui o confronto entre o caos urbano e a riqueza humana.”
Percebi logo que ele via o que eu não via. Lembrei-me do Pequeno Príncipe: “O deserto é belo porque em algum lugar ele esconde uma fonte”. A cidade é boa, nela, em algum lugar, se esconde a beleza.
Uma casa, para ser boa, tem de ter a cara do dono.
Uma cidade, para ser boa, tem de ter a cara, ou as caras, dos que moram nela.
Há pessoas que se vêem refletidas no caos urbano. Luiz Carlos Lisboa tem um texto comovente sobre esse sentimento: “Nas grandes cidades, onde o silêncio às vezes é possível nas madrugadas, há mais para ver e aprender do que geralmente se pensa. Quando muitos homens se reúnem em torno de interesses comuns, o que está em suas almas vem freqüentemente para fora e dá forma aos objetos e às pessoas. A cidade grande é um imenso espelho, em que podemos ver nossos próprios rostos multiplicados muitas vezes. Quando nos servimos das cidades para entender o que somos, elas se tornam abençoadas”.
Os que têm medo sonham. Porque tenho medo da cidade grande onde me perco eu sonho com cidade grande que posso amar. É uma utopia. Não existe. Mas não tem importância. Valéry perguntou: “Que seria de nós sem o socorro das coisas que não existem?” O que não existe socorre. Oscar Wilde, que sabia do socorro das coisas que não existem, escreveu: “Um mapa do mundo que não inclua o país da Utopia não merece nem mesmo um olhar, pois ignora o único país ao qual a Humanidade constantemente chega. E quando a Humanidade lá atraca, fica alerta, e levanta novamente as âncoras ao vislumbrar terra melhor...”
A tradição semita, nascida de nômades que perambulavam pelo deserto, sonhou com jardins. Quem perambula por desertos onde o sol queima e só há areia e pedras tem de sonhar com água fresca e árvores. Sua imagem mais forte é o paraíso. Deus é jardineiro. O universo é belo porque nele Deus plantou um jardim...
Os gregos sonharam um outro sonho, a cidade, a pólis, um lugar belo, limpo, protegido, onde se podia viver sem medo e os homens podiam gozar felicidade do lazer e do pensamento nas praças públicas. Os cidadãos se educavam na ágora. Era lá que Sócrates “excursionava”, fazendo os homens pensarem com suas perguntas. A cidade era o lugar onde acontecia a “humanidade”. Tanto assim que definiram o homem como o zoon politikon, o animal que vive na cidade.
Eu juntei essas duas tradições, o jardim e a cidade, e disse que “política é a arte da jardinagem aplicada às coisas públicas”. As cidades devem ser belas como os jardins. As cidades devem ser jardins. Foi assim que aconteceu na Inglaterra do século 19, no auge do horror do capitalismo. Apareceram os sonhadores utópicos. Alguns empresários, movidos por ideais socialistas, imaginaram que seria possível construir uma cidade que fosse, a um tempo, bela, acolhedora, mansa – cidade em harmonia com a natureza, em que o capital e o trabalho cooperassem, em que as fábricas e as casas dos trabalhadores formassem um espaço único, como se fosse um jardim. Os caminhos que ligavam as fábricas às casas eram longos gramados, ladeados por regatos. Por eles caminhavam os operários pela manhã, ao ir para o trabalho, e à tarde, ao voltar para a casa. E as casas de moradia, todas elas, tinham os seus jardins com flores e frutos. Lá ainda estão os gramados, os caminhos, as casas.
Mudando-se para São Paulo os ingleses trouxeram consigo essa memória do ideal de uma “cidade-jardim”, combinação da tradição semita com a tradição grega. E se perguntaram: será que o ideal da cidade-jardim pode ser construído aqui? E ainda hoje se fala “cidade-jardim”, como memória dessa utopia esquecida que pode ser ressuscitada.
Plantar um jardim é coisa fácil. Basta que uma pessoa queira. Pode-se plantar um pequeno jardim na varanda de um apartamento. Mas para plantar um jardim-cidade, para isso é preciso que muitos sonhem com um jardim. É preciso um povo sonhador. Porque um povo, como disse santo Agostinho, é um bando de pessoas racionais unidas por um mesmo sonho.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Minha 1ª aula na pós
Esse ano, para ficar mais próxima do ambiente acadêmico da pós-graduação, me inscrevi em uma das aulas na FAU USP. Assim, tive que preencher o formulário, elaborar uma carta para a professora explicitando quais eram meus objetivos de ingressar em sua disciplina e enviar o meu currículo lattes para avaliação. Depois de tudo pronto fui até a FAU na Rua Maranhão e entreguei minha inscrição. A secretária disse-me que eu teria que estar na primeira aula, onde a professora diria na frente de todo mundo se eu seria aceita ou não. “Me senti a própria ré sendo julgada...”. Pois bem, no primeiro dia lá estava eu, pronta para ir em São Paulo. Acordei mais cedo para chegar com folga na aula, percorri mais da metade do caminho sem problemas, quando ocorreu um acidente e o transito parou completamente. "Tinha que ser bem no dia da minha primeira aula", mas respirei fundo e pacientemente fomos completando o trajeto a 20Km/h. Cheguei lá 30 min atrasada, o que era horrível para o primeiro dia de aula. Perguntei para o segurança onde era a classe e subi correndo as escadarias de madeira que levavam até ela. Bati na porta, todos olharam (como era de se esperar), pedi licença e me sentei. Ainda bem que o trânsito acontece com mais pessoas, e outros chegaram atrasados também. Depois de uma breve explanação do conteúdo da aula a professora fez uma observação, onde dizia que não gostava de alunos especiais e nem de alunos muito novos que não tivessem muita experiência. Com essas palavras eu já estava achando que não seria aceita e quase desistindo de tudo. A professora então pediu para que todos os alunos se apresentassem, deixando os alunos especiais por ultimo “para prolongar a minha angustia”. E assim aconteceu, todos falaram e eu também, quando no final ela disse que os alunos que não tinham sido aceitos ela tinha enviado um e-mail antecipado avisando. E foi aí que eu entendi que nós já tínhamos sido aceitos e que eu estava sofrendo a toa. “Bom, não tinha como eu adivinhar!”. Depois dessa aula vieram muitas outras. Sofri com o trânsito, com a chuva, com a crise de identidade, com a pressão de estar sendo testada o tempo todo...Mas também aconteceram muitas coisas positivas. Aprendi muito nas aulas e conheci pessoas muito interessantes (o café no Abraão propiciou uma afinidade maior). Elas vinham de outros lugares, com formações diferentes e atuações profissionais diversas. Essa variedade fez com que a aula se tornasse cada vez melhor.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Será?? A vida é feita de escolhas, como dizem, mas se mudamos o tempo todo, como saber se a escolha foi certa?? Mesmo assim, estou mudando...
Eu não gostava de Cazuza, mas agora gosto. Até Pink Floyd que eu tinha verdadeiro horror (desculpem os fãs), agora eu já estou até suportando ouvir e começando a gostar...Os filmes "água com açucar" já estão sendo trocados por filmes com histórias interessantes, inteligentes e instigantes. Até meu "gosto" tem mudado...Com essa "cara de novinha" que todos acham que eu tenho, os presentes número 1 que eu ganhava eram: ursinhos, coisas rosinhas (não gosto de rosa) ou coisas meigas e clássicas!! CHEGA!!!! Não sou clássica, não sou meiguinha...Procuro minha identidade, mas estou bem longe desse estigma que colocaram em mim!!! Não aparento ser o que sou...Penso que as vezes fui "colocada" em um corpo errado! Só quem me conhece começa a entender o que estou falando, como sou realmente!
Por isso lembrem-se:"Nunca julguem ninguém pela aparência".













